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Prefeitura pede que Justiça transfira Lula da Polícia Federal

Da redação Curitiba Publicado em 

 

Foto: William Bittar - Prefeitura pede que Justiça transfira Lula da Polícia Federal
Foto: William Bittar
A Prefeitura de Curitiba, por meio da Procuradoria Geral do Município, solicitou à 12ª Vara da Justiça Federal que o ex-presidente Lula, preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, seja transferido para “local seguro e adequado às circunstâncias do caso, restabelecendo-se a ordem, o direito de ir e vir e a segurança da população, por ser medida de justiça”.

Segundo o documento, a prefeitura já obteve um Interdito Proibitório proibindo a montagem de estruturas e acampamentos nas ruas e praças da cidade, sem prévia autorização municipal.

Entretanto, os manifestantes contrários a prisão do ex-Presidente Lula, iniciaram a montagem de acampamento nas imediações da sede da Polícia Federal, apesar do Município ter destinado a área do Parque do Atuba para a permanência dos mesmos, descumprindo a ordem judicial e causando muitos transtornos aos moradores, ao trânsito e ao comércio da região.

O documento lembra que “a sede da Polícia Federal fica em uma área residencial, contando em seu entorno com diversas casas com moradores que há anos ali residem, sendo de conhecimento notório ainda de que a sede da Polícia Federal não possui estrutura para custodiar um ex-Presidente da República”.

Serviços prejudicados

O restabelecimento da iluminação pública em pontos da região do bairro Santa Cândida, em especial na área ocupada por manifestantes, nas proximidades da Superintendência da Polícia Federal (PF), não está sendo possível devido à falta de acesso dos veículos que fazem a manutenção.  Na região há cerca de 500 pessoas acampadas permanentemente, número que chega a mil em determinadas horas do dia.

Há pelo menos 10 postes apagados no aguardo de manutenção, que integram um total de 178 ocorrências registradas na Central de Atendimento 156. Um poste ilumina a uma área equivalente a 20 metros quadrados.

Houve mudanças também na rotina de coleta de lixo das residências na área ocupada, pelo fato de o caminhão não ter passagem. Nas ruas onde não há acesso do veículo maior, a coleta está sendo feita com o suporte de uma camionete pequena. Quando isso também não é possível, o coletor segue a pé até as lixeiras das casas e retorna aos veículos carregando os resíduos, dificultando o trabalho. Já a coleta dos resíduos gerados pelos manifestantes está sendo feita sem problemas, com o depósito em local combinado com os líderes da ocupação.

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