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Perícia confirma que arma achada na casa de ex-marido foi usada para matar vendedora em São José, SP

Vendedora Jaqueline Barros foi morta a tiros em maio deste ano. Ex-marido dela é suspeito de ser o mandante do crime. Ele está preso e nega envolvimento no assassinato.

Por G1 Vale do Paraíba e Região

Polícia encontra arma no telhado da casa de ex-marido acusado de encomendar morte de vendedora em São José (Foto: Divulgação/DIG)

Polícia encontra arma no telhado da casa de ex-marido acusado de encomendar morte de vendedora em São José (Foto: Divulgação/DIG)

Um laudo da perícia apontou que a arma encontrada no telhado do ex-marido da vendedora Jaqueline Barros foi a mesma utilizada para matar a mulher. O crime foi no dia 8 de maio e o atirador e o ex-marido, médico acusado de ser mandante da morte, estão presos.

A arma foi encontrada na casa do médico, no Jardim das Indústrias, em maio pelos policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG).

“O projétil [bala] que matou a Jaqueline era calibre 22. A perícia fez um disparo com o revólver encontrado na casa do ex-marido e comparou com o do crime. Toda arma deixa uma ‘impressão digital’ e foi comprovado que as marcas eram idênticas nos dois projéteis”, explicou o investigador Fabrizío Silano.

O atirador e a namorada foram presos em agosto e o homem confessou que cometeu o crime a mando do ex-marido da vítima. Ele entrou armado entrou na loja de móveis onde a vendedora trabalhava e atirou nela. Dois disparos atingiram o rosto da jovem, que morreu no local.

De acordo com a polícia, o ex-marido de Jaqueline encomendou o crime por R$ 7 mil. A namorada dele teria sido responsável por contratar o atirador, com a ajuda de uma mulher de 37 anos, que foi flagrada na companhia do atirador nas imagens de câmeras de segurança da rua da loja onde a vendedora trabalhava.

Para a polícia, Jaqueline foi morta por causa de uma disputa judicial em um processo de divórcio. A dívida do médico com a vítima era de R$ 30 mil. Segundo a polícia, o valor negociado para que atirador executasse a jovem não chegou a ser totalmente pago.

Outro lado

A defesa do médico, o advogado Jonilson Batista Sampaio, informou aoG1 que o cliente continua negando o crime e que irá se defender do curso do processo. 

Jaqueline Barros foi morta no trabalho (Foto: Arquivo pessoal)

Jaqueline Barros foi morta no trabalho (Foto: Arquivo pessoal)

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