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Homem mata amante depois de ela se recusar a fazer aborto em Santa Isabel/SP

Elisanea Leal foi morta a marteladas e a facadas pelo amante César Aparecido Soares, que ligou para a polícia do local do crime depois que o carro atolou.

 

Um homem de 22 anos foi preso na noite de quarta-feira (7) por suspeita de ter assassinado a balconista Elisânia da Conceição Leal, de 40 anos, em Santa Isabel. À polícia ele contou que a mulher era sua amante e estava grávida, mas se recusava a abortar. O suspeito ainda disse que temia pelo fim do casamento e que a esposa também estava grávida. Depois de contar histórias desconexas, ele disse que pretendia fugir após o crime, mas o carro encalhou. A mulher foi assassinada com golpes de martelo e tinha um corte profundo no pescoço.

O suspeito, de 22 anos, acionou a Polícia Militar por volta das 20h30 e informou que havia uma vítima de homicídio na Avenida Brasil, em Santa Isabel. De acordo com o boletim de ocorrência, ao chegarem ao endereço os policiais encontraram o suspeito ofegante e falando coisas sem sentido.

Em um primeiro momento, ele contou aos policiais que foi pegar seu carro e no local estavam dois homens e uma mulher. O suspeito afirmou que os homens o obrigaram a dirigir o próprio carro por uma estrada de terra, que é a continuação da Avenida Brasil, trecho conhecido como Estrada dos Três Chicos. Lá, os homens o teriam obrigado a matar a mulher.

Balconista foi assassinada pelo amante por causa de gravidez, segundo polícia.

A Polícia Civil destacou no boletim de ocorrência que o suspeito planejou todos os detalhes do crime, atraindo a vítima para um local ermo. Familiares do suspeito estiveram na delegacia, mas deixaram o local indignados. O suspeito foi preso por homicídio qualificado e encaminhado para o 1º Distrito Policial de Guarulhos.

O veículo do suspeito, um celular e as armas do crime foram apreendidos. Um exame necroscópico foi solicitado para a vítima para comprovar a gravidez, que não era aparente fisicamente, segundo a polícia.

De acordo com a polícia, o caso foi encaminhado à Defensoria Pública porque nenhum advogado foi apresentado.

(Fotos: Reprodução/Facebook)

Fonte: G1 Mogi das Cruzes e Suzano

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