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Angelina Caron quebra recorde de cirurgias bariátricas

(Foto: Divulgação) - Angelina Caron quebra recorde de cirurgias bariátricas
(Foto: Divulgação)
O Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul, na região metropolitana de Curitiba, conseguiu um resultado recorde em 2016: realizou 2.253 cirurgias bariátricas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) entre janeiro e dezembro do último ano. O número representa mais da metade (55%) dos 4.100 procedimentos realizados no Paraná e 27% das cirurgias bariátricas realizadas pelo SUS no Brasil.

Para comparação, o número de cirurgias realizadas no Angelina Caron é superior ao realizado no estado de São Paulo (realizadas entre janeiro e novembro de 2016): 2.110 contra 1.738. Já no Paraná, o segundo hospital no ranking atingiu 478 procedimentos.

Segundo o cirurgião do Angelina Caron, Pedro Henrique Lambach Caron, o hospital é referência pelo uso de técnicas menos invasivas e na realização de procedimentos em pacientes com nível elevado de obesidade e outras doenças associadas.

“O número expressivo de cirurgias bariátricas realizadas no Caron está relacionado com as técnicas utilizadas, aliadas a tecnologia de ponta e corpo clínico em constante atualização. Além das centenas de casos de alta complexidade e risco realizados no hospital”, menciona.

As técnicas de cirurgias bariátricas mais realizadas foram o bypass gástrico (que reduz drasticamente o tamanho e o volume do estômago que fica em torno de 50ml, além de realizar um desvio no intestino) e a gastrectomia vertical (também chamada de sleeve gástrico, na qual o estômago do paciente obeso é grampeado em forma de tubo, reduzindo o seu volume para 80 a 100ml).

O que você precisa saber sobre cirurgia bariátrica

Para quem é recomendada?

  • IMC acima de 40 kg/m² , independentemente da presença de comorbidades
  • IMC entre 35 e 40 kg/m² na presença de comorbidades. De acordo com a resolução 2.131/15 do Conselho Federal de Medicina a lista de doenças que justificam a indicação da cirurgia bariátrica são: diabetes tipo 2, apnéia do sono, hipertensão arterial, dislipidemia, doença coronária, osteo-artrites, doenças cardiovasculares (infarto do miocárdio, angina, insuficiência cardíaca congestiva, acidente vascular cerebral, hipertensão e fibrilação atrial, cardiomiopatia dilatada, cor pulmonale e síndrome de hipoventilação), asma grave não controlada, osteoartroses, hérnias discais, refluxo gastroesofageano com indicação cirúrgica, colecistopatia calculosa, pancreatites agudas de repetição, esteatose hepática, incontinência urinária de esforço na mulher, infertilidade masculina e feminina, disfunção erétil, síndrome dos ovários policísticos, veias varicosas e doença hemorroidária, hipertensão intracraniana idiopática, estigmatização social e depressão.
  • Na nova Resolução ainda estão incluídas alterações na idade mínima para a realização da operação. Antes pacientes entre 16 e 18 anos podiam fazer a cirurgia, desde que a relação custo/benefício fosse analisada. Agora, foi acrescido ao texto a presença de um pediatra na equipe multidisciplinar e a consolidação das cartilagens das epífises de crescimento dos punhos. Pacientes com mais de 65 anos poderão fazer a cirurgia bariátrica, desde que respeitadas as condições gerais e após avaliação do risco/benefício

Obesidade no Brasil

  • Segundo o IBGE, mais de 82 milhões de brasileiros estão acima do peso
  • O número acima revela que seis a cada dez pessoas estão com excesso de peso
  • A SBCBM aponta que a cada ano são realizadas quase 90 mil cirurgias bariátricas no Brasil
  • O país figura entre as oito nações que mais realizam cirurgias bariátricas para cada cem mil obesos

Dúvidas sobre os cuidados antes e depois da cirurgia

  • A escolha da técnica utilizada que será utilizada é do médico. O especialista avaliará qual o melhor procedimento para cada caso e sem oferecer grandes riscos
  • O ideal é parar de beber e fumar. O consumo de bebidas alcóolicas e o hábito de fumar aumentam as chances de complicação para qualquer procedimento. Alcoolismo é uma contraindicação para a cirurgia
  • O paciente precisa seguir a risca a reeducação alimentar e a realização de atividade física. A cirurgia não faz milagre. O paciente precisa compreender que o procedimento é o primeiro – e grande – passo para uma mudança de vida
  • A perda de peso costuma ocorrer até um ano e meio após a cirurgia. Após este período é preciso dedicação e atenção para manter o peso. O ganho costuma estar relacionado com a falta de adesão à mudança dos hábitos de vida

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